Il Natale in Italia

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Quali sono i simboli del Natale in Italia?

Il Natale non è di certo una festa di poco conto. Addobbare l’albero, allestire il Presepe, la cena della Vigilia, il pranzo del 25 e i rimasugli da consumare il 26, i regali, le tombolate con amici e parenti, le partite a carte fino alle 3 del mattino.

Come accade per qualunque cosa in Italia, però, dal Nord al Sud il Natale assume caratteristiche peculiari per ogni regione.

Ma quindi, quali sono i simboli del Natale in Italia?

1) Albero

Ha origini antiche: Celti, Germani e Romani già usavano decorare alberi per celebrazioni pagane. Ma l’albero come lo intendiamo oggi arrivò in Italia nella seconda metà del XIX secolo, quando la Regina Margherita di Savoia ne volle uno nel Palazzo del Quirinale, lanciando una moda.

2) Presepe

Il Presepe invece è opera di San Francesco d’Assisi. Nella notte della Vigilia di Natale del 1223 allestì il primo presepe vivente della storia. Nel 1289 abbiamo il primo presepe realizzato con otto statuette in legno. Oggi, nella città di Napoli, via di San Gregorio Armeno nel periodo natalizio si affolla di appassionati in cerca di statuine dei maestri presepai.

3) Cibo

Da bravo italiano non posso non parlare di cibo. E da bravi italiani non possiamo non festeggiare portando in tavola di tutto e di più.

Vi è venuta fame, no?

Dal Nord al Sud, da famiglia a famiglia, le abitudini cambiano: c’è chi organizza il cenone della Vigilia, chi mangia il 25 a ora di pranzo e chi non si arresta un attimo – cibo a tutte le ore, prima, durante e dopo i pasti.

Per esperienza personale, al Sud si festeggia di più alla Vigilia. Il Cenone della Vigilia è a base di pesce perché segue le regole cattoliche del venerdì di Quaresima.

I piatti tipici, dal dolce al salato, sono talmente tanti che sarebbe impossibile conoscerli tutti, assaggiarli tutti o parlare di tutti (chissà che non segua un articolo solo gastronomico).

Vi basti sapere che non possono mancare le lasagne, cannelloni o altri tipi di pasta ripiena e per secondo carne, patate e verdura, il tutto preparato nei modi più disparati.

Ogni regione ha i suoi dolci tipici ma nelle case degli italiani, da Nord a Sud, non mancano mai il panettone, il pandoro e il torrone.

Vi è venuta fame, no?

Quais são os símbolos do Natal na Itália?

Na Itália, o Natal certamente não é uma festa de pouca importância. Decorar a árvore, montar o presépio, a ceia da véspera, o almoço do dia 25 e acabar com as sobras no dia 26, os presentes, o bingo com amigos e parentes, os jogos de cartas até as 3 horas da manhã.

Como sempre acontece na Itália, porém, do norte ao sul o Natal apresenta características peculiares em cada região.

Mas então, quais são os símbolos do Natal na Itália?

1)  A árvore

Tem origens muito antigas: os Celtas, os Germânicos e os Romanos já costumavam decorar árvores para os rituais pagãos. Mas a árvore como nós a conhecemos hoje chegou à Itália na metade do século XIX, quando a Rainha Margherita di Savoia quis uma árvore no Palácio do Quirinale, em Roma, lançando uma moda.

Natal original – momento de união!

2) O Presépio

O Presépio, por sua vez, foi obra de São Francisco de Assis. Na véspera do Natal de 1223, ele encenou o primeiro presépio vivo da história. Em 1289, surgiu o primeiro presépio montado com oito estatuetas de madeira. Atualmente, no período natalino , a rua San Gregorio Armeno, em Nápoles, fica repleta de admiradores à procura de estatuetas dos mestres artesãos que esculpem os presépios.

3) Comida

Como um bom italiano, não posso deixar de falar em comida. E como bons italianos, não podemos deixar de celebrar  colocando na mesa uma enorme variedade de comida.

Do norte ao sul, de uma família para a outra, os costumes mudam: alguns organizam uma grande ceia na Véspera, outros preparam um belo  almoço no dia 25  e há aqueles que se empanturram sem parar – comida o tempo todo, antes, durante e depois das refeições.

Pela minha experiência pessoal, no Sul costuma-se celebrar mais na véspera do Natal. “Il Cenone” (a Ceia) é à base de peixe, de acordo com as regras católicas da sexta-feira da Quaresma.

Os pratos típicos, doces e salgados, são tantos que seria impossível conhecer e experimentar a todos, ou falar sobre todos (quem sabe, talvez eu escreva um artigo apenas sobre gastronomia).

Por enquanto, basta dizer que jamais podem faltar lasanhas, canelones e outros tipos de massa recheada, seguidos de  carne, batatas e legumes, tudo preparado das mais variadas formas.

 

Cada região tem seus próprios doces típicos mas nos lares dos italianos, de norte a sul, nunca faltam o panettone, o pandoro e torrone.

Vocês ficaram com fome, né?

 

 

Federico Giannattasio – Intérprete e tradutor de italiano

FORMAÇÃO: 2015 – Mestrado em Tradução e interpretação de conferência 2016 – Curso de especialização Medical Interpreting – Curso de atualização de língua portuguesa para intérpretes – Certificação de língua portuguesa (DAPLE) – 2016/2019 – Doutoramento em linguística junto da Universidade de Évora INTERPRETAÇÃO: (86h): En-It-En. Cursos de formação em Applied Behavior Analysis (ABA) – (35h): En-It-En. Assembleia da UNIMED (universidades do Mediterráneo) – (24h): Es-It-Es. Violação dos direitos democráticos (6h): En-It-En. Encontro de Amnistia Internacional Itália con Ruhal Ahmed -(35h): En-It-En e Es-It-Es. Festival Sabir (migração) – (3h): Pt-It. Conferências Mnemotopias – (6h): It-Pt-It. Seminário LIBRAS – (4h): En-It-En. Conferência com os fundadores do Weather Underground Movement – (45h): It, Esp, En > Pt. Annual Meeting da Ong AVSI – TRADUÇÕES LITERÁRIAS: Almeida Garrett, Viaggi nella mia terra – Carlo Mea, Visualizzazione: il potere di trasformare la realtà.

Revisora: Márcia de Camargo – Intérprete e tradutora

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